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Observações: Existem duas espécies de plantas muito semelhantes chamadas de "árvore-da-felicidade", tanta é a semelhança, que comumente a espécie Polyscias guilfoylei é chamada de "macho" e a espécie Polyscias fruticosa é considerada a "fêmea", o que não é verdade.


São muito cultivadas em vasos médios a grandes, em ambientes internos. Em algumas culturas orientais, a planta é muito dada como presente. Essa planta possui uma característica específica, exalando um cheiro característico no fim das tardes.

A planta não tolera baixas temperaturas, sendo recomendada somente para locais de clima tropical e subtropical.
Cultivo: Se desenvolve bem em ambientes sombreados, mas bem iluminados, podendo também ser plantada à meia-sombra.
Quando plantada diretamente no solo, é recomendável o plantio em locais onde não haja muito vento, já que suas folhas se desidratam facilmente.
As regas devem ser mais mais intensas no verão, e mais espaçadas no inverno. A falta de água causa murchamento e queda das folhas.
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Verde em Folha
Características e utilizações: Uma bonita floração em estrela no início da Primavera, cor verde, rodeado por quatro brácteas decorativas que são parecidas com pétalas. 

È preciso ter cuidado porque deve ser regado regularmente durante os verões muito quentes, porque este cornus pode sofrer de estresse hídrico. Ele pode ser usado tanto em isolado como em sebes livre. Seus pequenos frutos vermelhos aparecem no final do verão até no início do inverno.
Lista dos Cornus:
Cornus alba, pequenas flores brancas creme em maio junho, ramos vermelhos vivo no inverno
Corniso (Cornus sanguinea), floração esbranquiçada em maio junho, ramos vermillons no inverno
Cornus Controversa Variegata, linda folhagem verde matizada de branco creme que terá uma tonalidade vermelha no outono. Porte estendido, aspecto muito escultural. Floração abundante de Maio a Junho.
Cornus kousa, pequenas flores brancas em maio junho, folhagem vermelha no outono
Cornus mas, floração precoce amarelo vivo em fevereiro março, muito melifera, frutos cosmestíveis no verão
Cornus officinalis, floração amarela, perfumada e muito abundante desde de fevereiro, frutos comestíveis































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Verde em Folha
Cortiça-Lisa
A Cortiça-Lisa (Rollinia rugulosa), também conhecida como Araticum-de-porco ou Araticum-verde, é uma árvore nativa do Brasil, de até 12m de altura e 40 cm de diâmetro. 

Ocorre desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul, sendo mais freqüente nas áreas da Floresta Ombrófila Mista, a Floresta com Araucárias.Além de ser considerada uma espécie ornamental, a cortiça produz frutos comestíveis pelo homem, parecidos com a fruta-do-conde ou anona. O fruto é globoso, contendo numerosas sementes presas a uma polpa branca aquosa, mole e de sabor levemente ácido. 

É envolvido por uma casca amarelo-esverdeada. A cortiça-lisa tem uma prima conhecida como cortiça-crespa ou araticum-amarelo, que tem propriedades parecidas, mas seu fruto é mais doce e com menos polpa.Sua madeira tem utilidade reduzida, mas a casca fornece fibras que podem ser utilizadas na fabricação de cordas. 

Seus galhos eram utilizados pelos índios para fazer flechas. As sementes tem propriedades medicinais, sendo popularmente utilizadas como anti-diarrêicas. A espécie é indicada para recuperação de ecossistemas degradados, particularmente as áreas de preservação permanente (APPs) por apresentar desenvolvimento rápido, além de produzir frutos muito procurados por pássaros e animais.Nos municípios do interior, onde a criançada ainda tem o privilégio de poder correr solta pelo mato e pelas roças, a cortiça-lisa é muito apreciada e às vezes é difícil controlar a gurizada enquanto não “detonarem” todos os frutos da corticeira. Esse comportamento na verdade é herdado das gerações mais velhas. 

É comum ouvir adultos contando histórias de infância onde a cortiça-lisa aparece como a atriz-coadjuvante. Histórias que nos fazem lembrar o famoso Chico Bento que passa parte do seu tempo roubando as goiabas do vizinho, só que neste caso, as frutas cobiçadas são as cortiças. E tem também histórias bem pitorescas de adultos que colhiam as cortiças ainda verdes e as escondiam numa espécie de ninho de capim, para amadurecem longe do olhar e das mãos da gurizada. 

Mal sabiam eles que a criançada realizava verdadeiras competições para achar os tais “ninhos de cortiça”, que uma vez encontrados tornavam-se um verdadeiro troféu a ser exibido como motivo de grande orgulho.

O fato é que essa fruta típica do Brasil, merece uma atenção maior para seu potencial de uso comercial, seja na produção e comercialização “in natura”, seja na extração de sua polpa para produção de sucos e sorvetes.

Cortiça-lisa

Nome científico:Rollinia rugulosa Schltdll

Família: Annonaceae

Utilização: madeira e paisagismo. Os frutos são comestíveis.

Coleta de sementes: diretamente do chão, ou coletando os frutos nos galhos.Época de coleta de semente: fevereiro a março.

Fruto: carnoso com bastante polpa.
Flor: amarela.Crescimento da muda: rápido.
Germinação: normal.
Plantio: mata ciliar, área aberta, solo degradado.
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A cor vermelha e viva do tomate não serve apenas para decorar as saladas e dar sabor aos pratos quentes. O fruto é muito saudável e pode ajudar a evitar uma série de doenças, principalmente as degenerativas.
Rico em licopeno, composto que lhe dá o tom rubro, o tomate possui uma poderosa ação antioxidante. "O licopeno é um carotenóide que reduz os efeitos dos radicais livres, estimulando o sistema imunológico. Dessa forma, ele age na oxidação do colesterol e também protege das alterações que provocam danos celulares e podem desencadear um processo cancerígeno", afirma Regina Stikan, nutricionista da unidade Pompéia do Hospital São Camilo.
Segundo ela, existem formas de preparo que podem ajudar na absorção dos nutrientes. "Quando sofre processamento, o tomate apresenta maior concentração de licopeno, favorecendo seus efeitos benéficos. Assim, o extrato de tomate, as sopas, os sucos e os frutos mais maduros são mais ricos", diz.
Além disso, o licopeno é melhor absorvido quando acompanhado por gorduras saudáveis, como o azeite. "Então, siga a orientação de adicionar uma pequena dose de azeite às preparações com tomate", completa Regina.
Os frutos que são cultivados com o uso de agrotóxicos devem ser evitados, já que têm seus benefícios anulados. Também é muito importante que seja realizada uma higienização cuidadosa para a retirada de resíduos que ficam depositados sobre a sua casca antes de ingeri-lo.
A nutricionista Maria Cecília Corsi destaca ainda a atuação do tomate na prevenção de doenças coronarianas. "Por ser antioxidante, ele contribui na diminuição da oxidação lipídica, previne a aterosclerose [tipo de esclerose ou endurecimento de artéria] e melhora os níveis de HDL [lipoproteína de alta densidade], prevenindo as doenças cardíacas", afirma.
Saiba mais
Quais são os valores nutritivos do tomate?
O tomate é rico em carotenóides, como o licopeno e o betacaroteno, que são excelentes antioxidantes. Também é rico em vitaminas C e do complexo B e em minerais, como o fósforo e o potássio.
Existem tipos diferentes de tomates?
Sim. Há diversos tipos de tomates. Entre eles, estão o santa cruz, tradicional na culinária e utilizado em saladas e molhos; o caqui, utilizado em saladas e lanches, de formato redondo; o saladete, utilizado em saladas, também de formato redondo; o italiano, utilizado principalmente para molhos, tipicamente alongado; e o cereja, muito utilizado como aperitivo ou ainda em saladas, por ser menor.
Quais as diferenças entre eles?
Não existe uma diferença significativa entre os vários tipos de tomate, porém eles apresentam algumas variações tanto em relação aos valores nutricionais quanto ao tempo de amadurecimento.
É verdade que os tomates ajudam a combater a queda de cabelos?
Na verdade, o nutriente responsável pela manutenção de unhas, cabelos e pele é a vitamina A, também encontrada no tomate. Porém, a dieta deve ser balanceada, atingindo as necessidades de todos os outros nutrientes que favorecem a manutenção da saúde.
Verde em Folha
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Graviola: uma fruta medicinal

O Brasil vem destacando-se mundialmente como um importante produtor e consumidor de frutas, especialmente as tropicais e subtropicais. Muitas fruteiras são nativas do Brasil e muitas delas ainda são desconhecidas ou pouco conhecidas.

Dentre estas, destacam-se as Anonáceas, que no passado não apresentavam importância, mas que atualmente se transformaram em cultivos rentáveis e geradores de empregos. Dentro da família das Anonáceas, destacam-se a Graviola (Annona muricata), Pinha, Ata ou Fruta-do-Conde (Annona squamosa), Cherimólia (Annona cherimola) e Atemóia (híbrido entre cherimólia e pinha).

Dentre as Anonáceas, o cultivo da gravioleira é bastante recente. Com a evolução do mercado, muitas áreas comerciais têm surgido em diversos Estados brasileiros, destacando-se Bahia, Ceará, Pernambuco, Alagoas e Minas Gerais. O fruto da graviola era destinado na quase totalidade para agroindústria visando obtenção de polpa, suco, néctar, etc.

A graviola é uma fruta originária das Antilhas, prefere climas úmidos, baixa altitude, e não exige muito em relação a terrenos. A graviola é uma árvore de pequeno porte (atinge de 4 a 6 metros de altura) e encontrada em quase todos os países tropicais, com folhas verdes brilhantes e flores amareladas, grandes e isoladas, que nascem no tronco e nos ramos. Os frutos tem forma ovalada, casca verde-pálida, são grandes, chegando a pesar entre 750 gramas a 8 quilos e dando o ano todo. Contém muitas sementes, pretas, envolvidas por uma polpa branca, de sabor agridoce, muito delicado e semelhante à fruta-do-conde.

A tecnologia adotada nas diversas regiões produtoras é muito variável, havendo produtores que não usam quase nenhuma tecnologia moderna, como irrigação, nutrição adequada, poda, proteção dos frutos e controle fitossanitário, com métodos orgânicos, comprometendo a produtividade e qualidade dos frutos produzidos. Apesar disso, diversos produtores têm cultivado a gravioleira de forma racional, adotando a tecnologia disponível e obtendo produtividades elevadas e boa rentabilidade.

Esta fruta é conhecida não somente por seu delicioso sabor característico, levemente azedo, bem como seu riquíssimo conteúdo em nutrientes. Cerca de 100 gramas de graviola fornecem em média 60 calorias, 25 mg de cálcio, 28 mg de fósforo e 26 mg de vitamina C (um terço da Recomendação de Ingestão Diária).

Por se tratar de uma fruta com riquíssima composição nutricional, a graviola apresenta inúmeras propriedades terapêuticas, podendo ser utilizada em sua totalidade. Aproveitam-se as folhas, as flores, os brotos, os frutos verdes ou maduros. A graviola pode ser utilizada sob a forma in natura, sob a forma de chás, preparada como cataplasmas que são sobrepostos diretamente nas afecções cutâneas e também em cápsulas que contêm os princípios nutricionais desta maravilha da natureza.

Porém, uma das maiores descobertas sobre a graviola foi sua sensacional capacidade de agir contra as células do câncer, mostrando em testes em laboratório um potencial extraordinário.


Dentre as propriedades terapêuticas da graviola pode-se destacar o seu potencial diurético, adstringente, vitaminizante, antiinflamatório, anti-reumático, bem como sua propriedade antiespasmódica, antitussígena e anticancerígena. É boa fonte de vitaminas do complexo B, importantes para o metabolismo de proteínas, carboidratos e gorduras, incrementando o cardápio com vitaminas e minerais, bom para a saúde. É ruim para pessoas com caxumba, aftas ou ferimentos na boca, que devem evitar consumi-la in natura, pois sua acidez é irritativa e pode provocar dor.

FONTE: JUNQUEIRA, N.T.V.; OLIVEIRA, M.A.S.; ICUMA, I.M.; RAMOS, V.H.V. Cultura da Graviola. In: Incentivo à fruticultura no Distrito Federal: Manual de fruticultura. SILVA, J.M. de M., coord. – 2ª ed. rev. atual. – Brasília: OCDF, COOLABORA, 1999.
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Verde em Folha

De polpa branca, rosada ou vermelha, a goiaba é uma fruta suculenta, perfumada e bastante apreciada pelos consumidores brasileiros. Originária da América tropical, possivelmente na área formada entre o México e o Peru, os relatos de sua presença em terras brasileiras datam de 1587.


A goiabeira é fácil de ser encontrada no fundo de quintal de residências e até em praças e jardins públicos. A fruta é consumida in natura, mas também é usada para fazer geléias, compotas, sucos, sorvetes e doces. Mais recentemente, ainda virou ingrediente para um molho agridoce industrializado similar a um catchup.

Verde em Folha
Com casca verde ou amarela, a goiaba possui diâmetro médio de oito centímetros. A fruta é rica em vitamina C, com quantidade de quatro a cinco vezes superior à da laranja e do limão. 

As goiabas vermelhas são fartas em licopeno, substância com pigmento vermelho que age contra os radicais livres e importante por prevenir o aparecimento de câncer.

Perene e tropical, a goiabeira gosta de clima quente. Tem seu cultivo adaptado em várias regiões brasileiras, mas a maior parte dos pomares está localizada no estado de São Paulo. Às margens do rio São Francisco, a cidade pernambucana de Petrolina e a baiana Juazeiro também se destacam na produção da fruta.

A goiabeira é uma árvore de tronco tortuoso, que pode atingir de três a cinco metros de altura. Porém, há casos de o pé da fruta alcançar até oito metros.

As principais pragas da goiabeira são a mosca-das-frutas e o gorgulho da goiabeira. Provocam grandes prejuízos ao produtor. Uma dica para controlar o ataque desses insetos é ensacar os frutos no pé, assim não é preciso utilizar produtos químicos. O psilídeo é outro inseto que causa danos à árvore, principalmente em brotações novas. Os nematóides, responsáveis pelo declínio dos pomares, ocorre principalmente na região Nordeste.

Quando as goiabas atingirem de 2,5 a três centímetros de diâmetro, devem ser envolvidas com sacos de papel-manteiga, no tamanho de 15 x 12 centímetros.
Fitilho vegetal, barbante de algodão ou arame fino ajuda a amarrar os sacos no pedúnculo dos frutos ou no ramo de sustentação.
Raio X
Solo: profundos e bem drenados, de preferência com elevado teor de matéria orgânica e topografia plana ou levemente inclinadaClima: quenteÁrea mínima: 25 metros quadradosColheita: de janeiro a abril, mas com tecnologia pode ser estendida para o ano todoCustos: muda por estaquia 2,50 reais; enxertada, cinco reais; e por sementes, dois reais

Mãos à obra

Plantio - Prepare o solo. Faça uma aração profunda e, então, uma ou duas gradeações. Caso necessário, espalhe calcário após a aração. Recomenda-se cultivar mudas reproduzidas vegetativamente, pois elas apresentam produção precoce e geram frutos com mais qualidade. O plantio feito por sementes pode manter-se anos apenas vegetando, sem frutificação, além de apresentar um padrão muito heterogêneo, com frutos de qualidade duvidosa.

Ambiente - As goiabas se adaptam a solos de textura média, profundos e bem drenados. Devem ser ricos em matéria orgânica e com pH entre 5,5 e 6,8. 

Regiões com muita chuva possibilitam bom desenvolvimento da cultura. Porém, precisam de condições mínimas para produção. Preferem temperatura média de 25 graus e de boa luminosidade para o plantio. Verifique se o local recebe sol por várias horas. 

Evite locais com ventos frios e, principalmente, com geadas. Sob inverno intenso, folhas e ramos queimam.Local - Prefira terrenos planos ou levemente inclinados. Uma opção são áreas de baixada bem drenadas. Terras pantanosas e encharcadas devem ser descartadas.

Irrigação - Na região Sudeste, há cultivo de goiaba sem uso de regas artificias e com boa produção de frutos. Porém, em pomares comerciais sua prática oferece mais vantagens. É importante que a área tenha luminosidade intensa.

Propagação - Existem dois métodos para a propagação da goiaba: a vegetativa, com a enxertia e a estaquia entre as técnicas mais comuns; e a assexuda, que deve ser evitada pelo seu grau de complexidade.Espaçamento - 

A variedade cultivada e o grau de tecnificação da propriedade determinam o espaçamento. Com a adoção de técnicas, os pomares podem ser formados com árvores de 3 x 3 metros, enquanto no Nordeste o espaçamento atinge 7 x 6 metros. 

A kumagai, planta com crescimento lateral, exige espaçamento de 7 x 7 metros. Se for plantar paluma e rica, o indicado é usar as medidas de 7 x 6 metros.

Colheita - Ocorre de janeiro a abril e é realizada manualmente. Como o fruto se desenvolve rápido, colha três vezes por semana. De manhã é o melhor horário, mas confira antes se as goiabas não estão cobertas por orvalho da noite. 

Apanhe do pé apenas as frutas recém-desenvolvidas e com coloração verde-mate.Poda - Faça podas de formação, condução e de limpeza na goiabeira. É uma medida de controle natural contra pragas e doenças. Mantenha a copa da árvore de modo a favorecer a insolação e o arejamento.
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Significado dos Cactos

Segundo o Feng Shui os cactos são considerados Guardiões, por serem purificadores de ambientes e, de acordo com os especialistas desta técnica milenar, os cactos agem como uma barreira para os raios gama emitidos por computadores e aparelhos de TV.
Os cactos, por viverem em regiões áridas e isoladas, ajudam as pessoas e conhecerem a sua força interna em momentos de solidão. Pelo fato de os cactos armazenarem água (elemento que simboliza sentimentos e emoções) dentro do caule, o mesmo favorece aqueles que se defendem muito das próprias emoções.
Os espinhos podem parecer hostis, mas fazem parte da estratégia de sobrevivência da planta, natural de clima árido e terrenos difíceis, transmitindo proteção e segurança ao seu portador.
Tê-las por perto é um lembrete de vitalidade, persistência e integração com tudo o que está a nossa volta.

Os cactos compõem uma das espécies mais conhecidas de plantas suculentas e
caracterizam-se por sobreviver em condições extremas de seca, ao acumular àgua em seus caules, flores e raízes. Destaca-se pelo tamanho,
formato e as lindas flores.
Os cactos tiveram sua primeira aparição na América, e logo depois se expandiu por todo o mundo.
A origem do nome: o termo cactos foi usado há cerca de 300 anos antes de Cristo pelo grego Teofrastus.
Em seu trabalho chamado Historia Plantarum, ele associa o nome cacto à plantas com fortes espinhos.
Todos os cactos florescem, porém alguns tipos somente irão florescer após os 80 anos de idade ou atingir altura superior a dois metros.
Depois da primeira floração, todo ano, as flores voltam a aparecer na mesma época.
Algumas espécies produzem frutos comestíveis. É o caso do cacto mexicano Opuntia Ficus-indica, que produz o conhecido figo-da-índia.
Os cactos podem viver até 200 anos alcançando até 20 metros de altura.
Mas também existem espécies minúsculas (mini-cactos). A menor conhecida é o Blosfeldia liliputana, dos Andes bolivianos, com apenas 0,5 centímetros de diâmetro.
Apesar de 92% de sua estrutura ser composta por água, a presença do cacto indica sempre um solo pobre e seco.
No mundo, existem mais de duas mil espécies de cactos catalogadas. Só no Brasil, são mais de 300 tipos.
Os cactos reproduzem-se tanto por sementes quanto por estacas.
Os cactos podem ter forma globosa, que são os redondos; colunar, que são os compridos; ou achatadas, como as palmas -
cujo nome científico é Opuntia
As flores da família das cactáceas se especializaram em viver em regiões de clima seco, abertas, com muita insolação e em
solos formados por cascalho e areia, onde a água escoa muito rapidamente.
São flores que se adaptam aos diversos locais,
podendo ocupar espaços mínimos, alguns, ideais para manter em casa, porém necessitam de luz solar direta todo dia.

Cultivo de Cactos - Informações básicas
Os cactos precisam de sol, ventilação e e pouquíssima umidade.
A exceção fica por conta dos mini cactos (aqueles que encontramos até em supermercados, em pequenos vasinhos) que, em geral,
têm menos de três anos. Como são bem jovens, os mini-cactos apresentam uma resistência menor à exposição direta do sol.
Desta forma, é melhor colocá-los em áreas arejadas, mas longe da luz solar direta.

Água e regas no cultivo de cactos
É o fatos mais importante para o sucesso no cultivo de cactos. A quantidade de água necessária para a manutenção dos cactos
depende de outros tópicos como: (drenagem, temperatura, terra, entre outros), tornando difícil administrar as regas, porém é possível
chegar em numa média, de acordo com os períodos do ano.
No verão, as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias; já os minicactos a cada 4 dias.
No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias.
Toda a terra ao redor deverá ser molhada, porém, não encharcada.
Permita que a água seja absorvida antes de adicionar mais água.

Terra e fertilizante no cultivo de cactos
A mistura de terra indicada para o cultivo de cactos pode ser obtida misturando partes iguais de boa terra para plantas caseiras e areia.
Para fertilizar, recomenda-se, substituir mensalmente a água da rega por um fertilizante líquido básico para plantas verdes diluído na
proporção indicada pelo fabricante.

Plantio de Cactos
Os cactos devem ser replantados quando o recipiente (vaso) estiver pequeno demais para a planta, lembrando que a mistura de terra do novo vaso deve conter areia e terra vegetal
para garantir a boa drenagem.
Uma boa dica para a retirada do cactos do vaso antigo, é usar folhas de jornal dobradas várias vezes, em forma de tira, para envolver o cacto e desprender suas raízes com a outra
mão, sem forçar muito, para não quebrar a planta.
Depois de solto, é só encaixar o cacto no novo recipiente.

Qualquer dúvida que queira esclarecer, por favor, comente este “post” e, em assim que possível responderemos.

O morango é atualmente uma fruta conhecida mundialmente, saudável devido a sua grande quantia de vitamina C, essa pequena fruta vermelha ainda colabora consideravelmente na resistência dos ossos, na formação dos dentes, dá resistência aos tecidos, ajuda a cicatrizar ferimentos, evita hemorragias e atua eficazmente contra infecções.
Poucas são as pessoas que conhecem sua origem histórica. Alguns registros datam de do século VV (1400), quando o morango era apenas uma frutinha que nascia espontaneamente nas montanhas Européias. A partir deste século acredita-se que horticultores franceses e depois os ingleses, alemães e italianos iniciaram o plantio e cultivo do Morango; já nessas primeiras experiências de plantio o morango melhorou sua qualidade e teve seu tamanho aumentando, sem, no entanto, retirar suas características naturais. Todavia não foi na Europa que o Morango conquistou prestígio entre agricultores e consumidores, mas sim a partir do descobrimento da América é que o morango passou a freqüentar os mais elegantes cardápios e livros de receitas. No início do século passado, o morango despertou grande interesse comercial. Os primeiros pesquisadores experimentaram vários cruzamentos e obtendo diversas variedades interessantes, consolidando o Morango como um produto mundial.
Não há informações precisas sobre o início do cultivo no Brasil, mas os principais produtores são os mineiros (Sul Mineiros), paulistas, catarinenses e gaúchos. Alguns registros datam que em Porto Alegre, no Mercado Praia de Belas o Morango já era cultivado desde de 1956/57.

Você sabia? O Morango possui também, em menor quantidade, vitamina B5 (Niacina) e Ferro. A Niacina tem como função evitar problemas de pele, aparelho digestivo, sistema nervoso e reumatismo; e o mineral Ferro é importante porque faz parte da formação do sangue.



Algumas aplicações do Morango:


· Natural ou em sucos, o morango é recomendado como auxiliar do tratamento da gota e reumatismo.
· É ainda eficiente contra infecções do fígado, garganta e vias urinárias.
· O morango amassado com mel é um bom remédio para os males dos rins; e sua folha em forma de chá purifica o sangue, fortalece e alcaliniza o sistema nervoso, além de ser excelente diurético.
· Também possui muitas fibras e pode prevenir diversos tipos de câncer.

INFORMAÇÕES BÁSICAS SOBRE MORANGOS:
O morangueiro é uma cultura peculiar de climas mais amenos, não suportando temperaturas elevadas. No Brasil o morango tem se adaptado melhor do Sul de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul, entretanto existem experiências de seu cultivo até mesmo no cerrado. Por tratar-se de um fruto rasteiro, convém lavá-los com atenção para eliminar eventuais impurezas.
Deve-se limpá-los em água corrente e se possível deixá-los de molho em água acidificada (limão ou vinagre) durante o prazo de até 15 minutos. Sensíveis a mudanças climáticas, os morangos não podem ser guardados por muito tempo, no máximo por três dias, na geladeira, sem serem lavados, pois a água favorece o apodrecimento. Sendo botanicamente classificado como uma hortaliça da família das rosáceas, o Morango apresenta a vantagem econômica de ir para o mercado na primavera, quando há poucas frutas concorrentes à venda, alcançando bons preços. Seu uso freqüente em produção de sucos, geléias, sorvetes, iogurtes e leites aromatizados tem espaço garantido na indústria. Na mesa, a combinação morango com chantilly é a preferida de diversas pessoas.


A CULTURA
O morangueiro é uma cultura exigente em condições nutricionais e físicas do solo. Produz melhor em solos areno-argilosos, bem drenados, ricos em matéria orgânica e de boa constituição física. Sabe-se que a planta do morangueiro é muito delicada, especialmente em relação ao seu sistema radicular, exigindo canteiros muito bem preparados, visto que a maior parte das raízes concentra-se na camada superficial do leito de plantio. A escolha da variedade deve levar em conta a produtividade, a precocidade, a conservação, o sabor e a resistência contra pragas e doenças. Outro ponto importante no sistema orgânico é a adaptação da planta às condições regionais. O morangueiro é uma planta originária de bosque, sendo assim, procura naturalmente os solos úmidos e ricos em matéria orgânica. Nos cultivos comerciais há necessidade de utilização de matéria orgânica de boa qualidade, que não traga plantas invasoras que possam competir com a cultura, pois o morangueiro é afetado com a concorrência.



Você Sabia? O principal período de safra do Morango vai de julho a novembro.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE O PLANTIO DO MORANGO, ACESSE O SITE: www.planetaorganico.com.br

DICAS PARA COMPRAR E MANTER FRESCOS:
Compre morangos de bom aspecto: tamanho médio, vermelhos vivos e com talos bem verdes. Os morangos podem ser estocados inteiros na geladeira por poucos dias (quando fatiados perdem gradativamente a vitamina C). Lave a fruta pouco antes de servir para evitar o mofo.

Musella lasiocarpa
- Banana Amarela da China


Rara variedade de banana ornamental, natural das
montanhas chinesas. É conhecida pela sua flôr em tom amarelo brilhante - a
banana ornamental da China produz flores e não frutos.



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A melancia, natural da Índia, pertence à mesma família da abóbora e do melão. É uma planta rasteira, com folhas grandes e flores pequenas, de cor amarela. A fruta pode ser arredondada ou alongada, com tamanho variável entre 25 e 75 cm. A casca é lisa, lustrosa, verde-clara, com estrias de um verde mais forte no sentido do comprimento. Sua polpa é vermelha, com muitas sementes, achatadas e pretas. Há uma variedade de melancia, conhecida como melancia-japonesa ou katama, que tem polpa amarela. Em geral, a melancia é consumida ao natural, como sobremesa, principalmente no verão. Sua polpa dá também um excelente suco e uma compota de sabor muito agradável.
A melancia é uma fruta altamente refrescante, ideal para ser consumida nas épocas de muito calor. Tem propriedades hidratantes (contém cerca de 90% de água), além disso, possui também açúcar, vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio, fósforo e ferro.
Uma melancia de boa qualidade tem casca firme, lustrosa e sem manchas escuras. As manchas claras não são sinais de um produto de má qualidade. Para saber se está boa por dentro, bata com o nó dos dedos na casca. Se o som for oco, a melancia está boa. Também é possível saber se ela está boa calando-a: corte um pedacinho e prove. Lembre-se que as melhores melancias são as que têm polpa vermelha e bastante suco
Fora da geladeira, a melancia se conserva bem durante uma semana, se guardada em lugar fresco e arejado. Depois de cortada, deve ser conservada na geladeira, envolvida em plástico ou papel de alumínio, para evitar que absorva o odor de outros alimentos. Se quiser apressar o amadurecimento da fruta, basta embrulhá-la em uma folha de jornal por um ou dois dias
DICAS CULINÁRIAS:
polvilhada com açúcar, a melancia fica mais digestivaaproveite a parte branca da melancia para fazer doce, que se prepara da mesma forma que o doce de mamão verde quando for comprar melancia, escolha comparando duas frutas do mesmo tamanho: fique com a mais pesada
CURIOSIDADES:
a maior melancia conhecida pesava mais de 90 kg. para curar erisipela, aplique uma pasta feita com polpa e casca de melancia trituradas para combater a febre, tome suco de melancia ou coloque fatias da fruta sobre a barriga as sementes de melancia são boas para curar infecções das vias urinárias. Triture as sementes e prepare uma emulsão. Tome depois que esfriar a melancia é ótima também para eliminar o ácido úrico do organismo

Ornamentais, estas plantinhas típicas do deserto são capazes de transformar qualquer canteiro num universo de formas e texturas. E, o melhor de tudo, pedem poucos cuidados: bastam doses caprichadas de sol.
Origem: regiões desérticas da África e América

Características: plantas resistentes, o nome suculenta vem da capacidade de absorver e armazenar água nas folhas, caules, troncos e raízes.

Cuidados: regue apenas uma vez por semana e não deixe pratinhos sob o vaso, pois o excesso de água favorece o apodrecimento das plantas. As suculentas precisam de solos bem drenados, por isso confira se o vaso que receberá a muda tem um canal de saída para a água. Ponha uma camada de argila expandida (cerca de 5 cm de altura) ou de cacos cerâmicos e cubra com manta de drenagem para impedir que a terra feche o orifício. Acrescente uma mistura de areia, terra e adubo orgânico (1:1:1) e enterre o torrão da planta. A ausência de luz natural também é prejudicial. Elas precisam de, no mínimo, quatro horas diárias de sol. Dispensam poda, mas admitem a admitem a retirada dos brotos em excesso, que poderão ser facilmente transplantados para outro recipiente. No preparo inicial do solo, prefira produtos orgânicos ricos em nutrientes, como torta de mamona e húmus de minhoca. Previna-se de possíveis pragas preparando uma receita com 100 g de fumo de corda fervido em 1 litro de água. Coe o líquido, reserve por dois dias e pulverize a planta a cada três meses.Floração: quase todas as espécies florescemAmbiente: seco e ensolarado

Nome Científico: Hylocereus undatus Sinonímia: Cereus undatus, Cereus triangularis var aphyllus, Cereus triangularis var major, Cereus tricostatus, Cereus trigonus var guatemalensis Nome Popular: Rainha-da-noite, dama-da-noite, pitaia-vermelha, pitaia, pitaia-vermelha-de-polpa-branca, cato-barse, cardo-ananaz, flor-da-lua Família: Cactaceae Divisão: Angiospermae Origem: América Tropical Ciclo de Vida: Perene Como o nome já diz, a rainha-da-noite abre suas belas flores brancas com centro amarelo somente ao escurecer e, apenas no verão. Além disso é um excelente porta-enxero para outras cactáceas. Pode ser plantada em vasos, ou entre fendas de pedras e árvores como epífita, onde se fixa através de suas raízes aéreas. Seus frutos saborosos e exóticos são muito procurados, apresentam polpa branca e casca rosa. Diz-se ainda que tem poderes medicinais.
As rainhas-da-noite devem ser cultivadas a pleno sol ou meia-sombra, em substrato leve, próprio para epífitas e misturado com terra de jardim e matéria orgânica. Não aprecia o frio e deve ser regada periodicamente. Multiplica-se por sementes e estaquia.

Nome Científico: Allium porrum
Sinonímia: Allium ampeloprasum var. porrum, Porrum sativum, Porrum commune
Nome Popular: Alho-porró, alho-poró, alho-porro, alho-francês, alho-macho, alho-porrô, poró, porro, porró, porrô, porro-bravo, porro-hortense
Família: Alliaceae
Divisão: Angiospermae
Origem: Europa
Ciclo de Vida: Bienal
O alho-porró é uma planta conhecida desde a antiguidade pelos egípcios, gregos e romanos, inclusive com diversas citações bíblicas. Ele é também uma das plantas símbolo do País de Gales. Atualmente encontra-se difundido pelo mundo inteiro, com crescente popularização e consumo. É uma planta herbácea, do mesmo gênero que o alho e a cebola. Produz as folhas e o talo no primeiro ano após o plantio e reproduz-se no segundo ano, florescendo e frutificando.
Suas folhas são longas, largas, suculentas e verdes, com bainhas compridas que se sobrepõem recobrindo o falso caule, formando o "talo" tenro, branco e comestível, dilatado na base. Suas raízes são fasciculadas e pouco profundas. As inflorescências grandes e de aspecto esférico, são do tipo umbela e contém numerosas flores brancas, róseas ou roxas. Após a polinização, formam-se os frutos do tipo cápsula trigona e as sementes pequenas, pretas e achatadas, com superfície enrugada, semelhantes às da cebola.
O alho-porró é uma deliciosa hortaliça que pode ser utilizada crua ou cozida fria como salada e em pratos quentes. Seu sabor é mais delicado, doce e suave que o da cebola, e é muito utilizado na culinária francesa e japonesa, geralmente em recheios de quiches e tortas, ou em refogados rápidos de legumes. A parte branca é a mais consumida e com maior variedade de preparações, mas as folhas verdes são também utilizadas para temperar molhos e sopas. A indústria de alimentos aproveita o alho-porró desidratado para a produção de sopas e temperos.
Apesar de bienal, o alho-porró é cultivado comercialmente como anual. Deve ser plantado sob sol pleno em solo fértil, calado, leve e enriquecido com matéria orgânica, irrigado regularmente. Pode ser semeado diretamente nos canteiros definitivos ou em sementeiras para posterior transplante. Na ocasião do plantio os canteiros devem ser bem preparados, elevados e fofos.
O transplante deve ser efetuado preferencialmente em dias nublados, quando as plantas atingirem de 10 a 15 cm de altura. Durante o seu crescimento (cerca de 1 mês antes da colheita) devemos "amontoar" a terra em torno da planta para que fique com os talos bem brancos. Com cerca de 120 dias no verão e 140 dias no inverno as plantas já estarão prontas para a colheita. Aprecia o clima ameno, mas atualmente o mercado oferece variedades bem adaptadas ao calor. Multiplica-se por sementes.
Medicinal
Indicações: Problemas digestivos, infecções, pressão alta, arteriosclerose, cálculos renais, fraqueza, infecções respiratórias, verminose.
Propriedades: Antibiótica, digestiva, diurética, emoliente, estimulante, expectorante, laxante, vermífuga.
Partes usadas: Folhas, talos e sementes.

Nome Científico: Thunbergia mysorensis Sinonímia: Hexacentris mysorensis

Nome Popular: Sapatinho-de-judia

Família: Acanthaceae Divisão: Angiospermae Origem: Índia

Ciclo de Vida: Perene

O sapatinho-de-judia é uma trepadeira com inflorescências longas e pendentes, compostas de flores de coloração amarela com marrom avermelhado. Sua folhagem é bastante ornamental também, destacando as flores, pelo verde escuro das folhas. Ela é muito apropriada para cobrir pérgolas, pórticos e caramanchões, de forma que as inflorescências pendentes ficam muito evidenciadas. Ocorre ainda uma variedade de flores totalmente amarelas. Atrai beija-flores.
Deve ser cultivada a pleno sol ou meia sombra em solo fértil e enriquecido com matéria orgânica, com regas regulares. Tipicamente tropical, não tolera o frio. Multiplica-se por estaquia.


A flor-de-cera (Hoya carnosa) é uma planta perene de fácil cultivo.


Pertencente à família das Asclepiadáceas, é uma trepadeira originária da China, que durante o verão produz flores duráveis, com um perfume levemente adocicado. O maior atrativo desta planta está justamente nas flores que inspiram seu nome popular: elas realmente apresentam uma aparência cerosa, como se fossem feitas de porcelana.
Dicas de cultivo:A flor-de-cera multiplica-se bem por estacas de galho. Depois de formada a muda, uma boa dica é plantá-la para que cresça sobre uma treliça ou caramanchão interno e até num vaso grande equipado com um anel de arame, onde a trepadeira possa apoiar-se. Plante-a num solo preparado com a seguinte mistura: 2 partes de terra comum de jardim, 2 partes de terra vegetal 1 parte de areia.
Luminosidade e temperatura:A planta precisa de muita luminosidade, mas não tolera sol direto. O sol da manhã é tolerável. Trata-se de uma planta de clima mais para o quente, sendo que a temperatura ideal gira em torno de 20 a 25 graus C.
Regas:No período da primavera e verão a flor-de-cera necessita de regas regulares, mas no outono e inverno o ideal é reduzir bastante a freqüência, deixando secar a superfície do substrato entre uma rega e outra. As folhas carnosas armazenam água e fazem uma "reserva".
Adubação:A flor-de-cera não é muito exigente em adubações. Para estimular a floração e a saúde da planta, é recomendável fertilizá-la com um produto rico em potássio a cada 20 dias durante a primavera e na época de floração.
Como evitar e tratar problemas

Folhas secas e com manchas:Indica ambiente muito seco. Como medida de emergência, recomenda-se pulverizar toda a planta com água. Providencie um local com mais umidade no ambiente.
Manchas escuras nas folhas: Geralmente são indícios de que a planta recebeu muita luz solar direta. Em alguns casos, as manchas indicam ataque de fungos.
Queda de brotos e botões: Podem ocorrer quando a planta recebe corrente de ar frio; por ter sido trocada de lugar, alterando suas condições de luminosidade, temperatura e umidade ou por calor excessivo.
A planta não floresce:Por luminosidades insuficiente; pode estar faltando algum nutriente para a planta; a umidade do ambiente pode estar muito baixa ou a planta necessita ser replantada por estar muito grande.
Folhas amarelas com pontos pretos:* Pode ser excesso de regas. A solução é cortar as partes danificadas e reduzir as regas até que a planta esteja recuperada.* Excesso de sol direto. Mude a planta de lugar. * Substrato pobre em nutrientes, especialmente nitrogênio. Forneça uma boas adubação para a planta.


PIMENTA

As pimentas e os pimentões pertencem à família Solanaceae e ao gênero Capsicum. É cultivada principalmente nos estados de MG, BA e GO. Consumidas no Brasil, principalmente na forma de conserva de fruto inteiro em vinagre ou azeite.

A pungência ou picância das pimentas deve-se a presença da capsaicina. A substância química que dá à pimenta o seu caráter ardido é exatamente esta que possui as propriedades benéficas à saúde. A capsaicina têm propriedades medicinais comprovadas, atua como cicatrizante de feridas, antioxidante, dissolução de coágulos sanguíneos previne a arteriosclerose, controla o colesterol, evita

hemorragias, aumenta a resistência física. Além disso, influencia a liberação de endorfinas, causando uma sensação de bem-estar muito agradável, na elevação do humor.

CLIMA E SOLO
É cultivada em regiões de clima tropical com precipitação pluviométrica variável de 600 a 1.200 mm e uma temperatura média de em torno de 25ºC. Temperaturas inferiores a 15ºC prejudica o desenvolvimento vegetativo da planta. O solo mais recomendado é o que apresenta textura leve com pH entre 5,5 a 6,0 com boa drenagem.

VARIEDADES
As variedades de pimenta mais cultivadas no Brasil são: a) pimenta malagueta – fruto de 2cm de comprimento e em média 0,5 cm de largura e coloração vermelha forte.
b) pimenta comari – fruto esférico e vermelho-escuro;
c) pimenta de cheiro – fruto esférico e cor amarela;
d) pimenta chifre de veado – cor vermelha ou amarela e frutos com 5 a 7 cm de comprimento e 1,5 de largura e apresentam curvas na extremidade.

PLANTIO
Nas regiões mais frias, o plantio deve ser feito de agosto a outubro e nas regiões mais quentes em qualquer época do ano. As sementes 2 ou 3 g por metro quadrado vão primeiro para sementeiras, distribuídas em sulcos distanciados 10 cm. Um grama contém 300 sementes. Para o plantio de 1 ha é preciso cerca de 300g de sementes. A germinação ocorrerá de 15 a 20 dias após o plantio e as mudinhas devem ser mudadas

quando apresentarem de 4 a 6 folhas.As mudas devem ser transplantadas para o campo, canteiro ou vaso, com 15-20 cm de altura, cerca de 50-60 dias após a semeadura.

ADUBAÇÃO E CALAGEM
Fazer a correção da acidez do solo e adubação com base na análise química do solo. O solo deve ter boa drenagem e pH entre 5,5 a 6,8. Aplicar calcário para elevar a saturação de bases a 80%. Em situações onde é muito difícil fazer a análise química do solo, existem algumas aproximações que auxiliam o produtor quanto às quantidades e tipos de adubos a serem utilizados.

Recomenda-se o uso de 1 a 2 kg de esterco de curral curtido, 200 g de superfosfato simples e 20 g de cloreto de potássio por metro linear. A adubação com micronutrientes é importante, recomenda-se 2 kg/ha de B, 2 kg/ha de Zn e 10 kg/ha de S.

Até a fase de florescimento, as adubações de cobertura são feitas com em intervalos de 30-45 dias até o final do ciclo. Normalmente utilizam-se 30 kg/ha de N e 30 kg/ha de K2O.

TRATOS CULTURAIS
Manter a área livre de plantas daninhas por meio de capinas. As hastes lenhosas da maioria das variedades de pimenta dispensam o uso de tutor. Fazer a adubação de manutenção, utilizando 20 g de sulfato de amônio em cobertura com cerca de 30 dias após o plantio.

PRAGAS E DOENÇAS
Os insetos e ácaros estão associados com o cultivo desde a sementeira até a colheita dos frutos. A maioria das espécies não causa dano econômico e algumas são consideradas benéficas, podendo ser predadores de outros insetos. A forma mais eficiente e econômica de prevenir os danos causados por

pragas e doenças é através do monitoramento da cultura Portanto é prudente consultar um técnico com experiência e conhecimento na área de controle de pragas e doenças.

COLHEITA E RENDIMENTO
A colheita é feita manualmente, de 100 a 120 dias após o plantio. O rendimento médio por ha varia de cultivar para outra. A malagueta produz 10 t/ha. A colheita no primeiro ano sempre é maior, muitos plantadores preferem renovar anualmente as suas culturas.

COMPOSIÇÃO
O valor nutricional da pimenta é relativamente alto, por constituir boas fontes de vitaminas, principalmente C e, em tipos ingeridos secos, vitamina A. Apresenta ainda cálcio, ferro, caroteno, tiamina, niacina, riboflavina e fibras

COMERCIALIZAÇÃO
O mercado para a industrialização da pimenta consiste, basicamente, na secagem, na conserva do fruto inteiro e na produção de molho. No processo de conserva do fruto inteiro, a pimenta é acondicionada em embalagens de vidro em solução com álcool, cachaça, vinagre, óleo de cozinha ou azeite. A variedade deve apresentar frutos com boa aparência, uniformidade no tamanho e na forma, polpa firme e boa conservação. Geralmente se comercializa em caixas de 12 kg. As pimentas menores são embaladas em garrafas, em conserva com vinagre, sal e óleos comestíveis. É muito comum a comercialização em feiras livres ou indústrias de conservas.
Formulação básica de Pimenta em Conserva
-- Pimenta no Vinagre --

2 copos de vinagre branco

1 colher de sopa de açúcar

1 colher de chá de sal

pimentas selecionadas

Modo de preparo:

Faça uma calda com o vinagre, o sal e o açúcar levando esta mistura para ferver por 2

minutos. Faça o branqueamento das pimentas. Coloque as pimentas num vidro esterilizado e

jogue a calda quente de vinagre por cima. Deixe esfriar.

Conserve na geladeira.

A pitanga, fruto da pitangueira (Eugenia uniflora L.), pertence à família botânica das Myrtaceae. É uma planta frutífera nativa do Brasil, da Argentina e do Uruguai. O seu nome vem da palavra tupi "pyrang", que significa "vermelha".
Já era apreciada pelos colonizadores que a cultivavam em suas residências, e de seus frutos produziam doces e sucos, além de utilizarem suas folhas na medicina popular. Apesar de sua origem tropical, seu cultivo já se encontra difundido por diversos países, podendo ser encontrada no sul dos Estados Unidos, nas ilhas do Caribe e em alguns países asiáticos.
No Brasil, a região nordeste é a única a explorar comercialmente esta fruta de alto potencial econômico.A pitangueira frutifica de outubro a janeiro, e existe uma grande variação na coloração da fruta, indo do laranja, passando pelo vermelho, e chegando ao roxo, ou quase preto.
As folhas da pitangueira têm conhecidas atividades terapêuticas, tendo sido usadas no tratamento de diversas enfermidades, como febre, doenças estomacais, hipertensão, obesidade, reumatismo, bronquite e doenças cardiovasculares.
Tem ação calmante, antiinflamatória, diurética, combate a obesidade e também possui atividade antioxidante. Os extratos da folha da pitangueira, assim como de outras espécies nativas, também apresentam atividade contra Trypanosoma congolense (doença do sono), e moderada atividade bactericida, sobre Staphylococcus aureous e Escherichia coli.Há uma variedade de compostos secundários, ou fitoquímicos, já identificados nas folhas da pitangueira, como flavonóides, terpenos, taninos, antraquinonas e óleos essenciais.
No entanto, sobre a fruta da pitangueira existem poucos estudos, identificando somente algumas antocianinas e carotenóides.Pesquisas mostram que o conteúdo de fitoquímicos é maior em pitangas maduras do que semi-maduras e estes compostos de uma maneira geral estão concentrados na película da fruta, ou seja, na casca, sendo encontrados em menores concentrações na polpa.
Para a pitanga, isto não chega a ser um problema já que, geralmente, é consumida sem a retirada da fina casca que protege a polpa.Muitos estudos demonstram que o consumo de frutas e hortaliças, principalmente as coloridas, trazem benefícios à saúde. No entanto, nenhum mostra a relação do consumo de pitangas e prevenção ou combate de doenças. Neste sentido, a Embrapa Clima Temperado está iniciando um projeto em que a pitanga será estudada quanto ao seu potencial na prevenção de câncer, uma doença crônica não-transmissível.
Em trabalhos preliminares, extratos de pitanga de coloração alaranjada foram testados em algumas linhagens de células cancerígenas (câncer cólon-retal, câncer de pulmão, câncer renal, câncer de mama, câncer de ovário), demonstrando redução na proliferação e viabilidade celular.Neste projeto será focado o câncer de cólon e serão feitos estudos desde a obtenção e estabilização do extrato, até a identificação dos compostos fitoquímicos e estudos em células cancerígenas de cólon e em animais modificados geneticamente para desenvolver o câncer de cólon. Este projeto conta ainda com a parceria da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e da Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos.


As orquídeas são provavelmente a maior família de plantas que dão flor. Variam muito em inúmeros aspectos, mas todas têm em comum o facto de produzirem flores lindíssimas. Como plantas de interior, têm necessidades diferentes das da maioria, necessidades que para um cultivo bem sucedido há que satisfazer.
Existe uma opinião generalizada de que as orquídeas são muito difíceis de cultivar e requerem condições que só as estufas podem proporcionar.
Tal não é verdade. Embora as orquídeas necessitem de um tratamento especial, muitas espécies podem ser cultivadas facilmente num ambiente de interior.
É efectivamente verdade que uma floração bem sucedida depende da capacidade de o jardineiro manter rigorosamente as condições adequadas. Assim, alguns jardineiros preferem cultivar as suas orquídeas em viveiros ou janelas para plantas, onde é possível controlar a luz, a temperatura e a humidade.
A família Orchidaceae, inclui cerca de 750 géneros, mais de 20.000 espécies e muitos milhares de cultivares. Cerca de metade das espécies são terrestres (crescem no solo), e metade são epífitas (vivem presas a árvores, arbustos ou superfícies rochosas).
Na sua maioria, as orquídeas em cultura são epífitas; com efeito, apenas as plantas de um género de orquídeas terrestres - Paphiopedilum - são plantas de interior relativamente comuns. As orquídeas terrestres, na maior parte, apresentam raízes espessas e carnudas, a que se ligam raízes finas e fibrosas, como na maioria das plantas terrestres.
Estas raízes buscam os nutrientes de que a planta necessita. As espécies epífitas têm geralmente raízes aéreas, além de um sistema radicular na base. Em natureza, estas raízes aéreas permitem que as plantas trepem ou rastejem ao longo dos seus vários suportes. No seu habitat natural, a maioria das orquídeas cresce em sol directo ou intermitente, com alguma sombra lançada pela folhagem em seu redor. Assim, no caso de espécies de interior, é conveniente proporcionar-lhes sol directo velado ou cultivá-los numa janela onde recebam algum sol de manhã ou à tarde.
Orquídeas epífitas, que não enraizam no solo, mas se fixam a troncos e outras estruturas, representam hoje mais de 90% de todas as espécies de orquídeas. Algumas podem ainda ser terrestres, ou mesmo rupículas (de crescimento em cima de pedras).
Gostam, de maneira geral, de luz e regas moderadas.As orquídeas são largamente cultivadas no Brasil e no mundo e seu comércio movimenta grandes somas de dinheiro todos os anos em um mercado crescente.
No Brasil, grandes orquidários no Sudeste já produzem centenas de milhares de plantas por ano, que são exportadas para outros países ou vendidas até em supermercados.
A Phalaenopsis principalmente, por ser uma planta conhecida por se adaptar bem em apartamentos.
O primeiro passo para cultivar uma orquídea com sucesso é a identificação correta do gênero ou espécie e o conhecimento de seu habitat de origem, para saber de suas necessidades naturais em seu meio.
A partir destas informações, o cultivo de orquídeas ornamentais (como a Cattleya e a Phalaenopsis) é, ao contrário do que se pensa, uma tarefa relativamente fácil, se respeitadas as regas semanais, os critérios de exposição de luz (na maioria dos casos, luminosidade de 50%, a chamada meia-sombra e nunca sol direto) e a adubação periódica com substratos ricos e apropriados a cada fase de desenvolvimento da planta.
Orquídeas podem ser cultivadas em vasos, placas de xaxim ou fibra de côco e ainda em madeira ou mesmo em árvores, terra ou pedra, dependendo da espécie.
Podem florir, em sua maioria, uma vez ao ano, quando tratadas de maneira correta.Mudas podem ser nutridas com uma colher de chá de farinha de osso a cada mês nas beiradas do vaso, acelerando assim seu crescimento.
Os híbridos são de maneira geral extremamente resistentes, e podem prosperar mesmo em condições adversas de cultivo, crescendo mais rápido que as espécies "naturais". Incontáveis cruzamentos de gêneros ou espécies geraram inúmeros híbridos.
Em sua maioria, orquídeas não toleram água em demasia mas geralmente gostam da presença de substrato rico e úmido. Por este motivo, os vasos jamais devem ficar sobre pratinhos que retém água, sob pena de encharcar as raízes e matar a planta.É fundamental o arejamento das raízes, daí o uso de pedaços de xaxim ou fibra de coco como substrato, e não o pó deste. Dois anos é o tempo médio de vida útil do substrato, o qual deve ser substituído após esse período.
O pó de xaxim é normalmente usado apenas quinzenalmente sobre o substrato (salpicar uma colher de sopa). Há ainda outros substratos como a fibra de coco prensada (coxim), o esfagno, etc.Para uma boa drenagem 1/3 do vaso deve ser preenchido com caco cerâmico. Por este motivo também é comum o uso de vasos de barro com furos nas laterais e vasos de plástico transparentes, que facilitam o contato da luz com o rizoma e acentuam o arejamento deste. A drenagem pode ser feita mantendo o vaso ou placa de xaxim pendurado por arames e pendendo numa inclinação de 45 graus. De maneira geral, plantas penduradas estão mais protegidas de doenças e pragas.Uma planta florida pode permanecer dentro de casa, perto de uma janela com boa fonte de luz, sempre evitando o sol direto.
Durante esse período, deve-se molhar o substrato, dependendo da umidade ambiente, mas com rega bem moderada e jamais molhando as flores.
Após o fim da floração, pode-se fazer a retirada manual das flores secas e podar a haste com tesoura esterilizada em fogo.
Verde em Folha
Nomes populares: Manacá-da-serra, jacatirão, flor-de-quaresma
Família: Melastomataceae
Espécie: Tibouchina mutabilis, T. pulchra

O manacá é uma pequena árvore, de 8 a 15m de altura, comum nas áreas alteradas pelos homens, crescendo bem em capoeiras e capoeirões sendo incomuns nas matas mais desenvolvidas. 

Pertence ao mesmo gênero da quaresmeira (Tibouchina granulosa) e da orelha-de-onça (Tibouchina holosericea), mais conhecidas que o próprio manacá.

Floresce entre novembro e fevereiro, por isso, também é chamada de "natalzeiro" aqui em nossa região. Sua bela florada com flores que variam do branco ao lilás colorem a paisagem regional do final do ano.

Suas flores de duas cores são decorrentes do amadurecimento diferencial das partes masculina e feminina, sendo as brancas, recém abertas, funcionalmente femininas (recebem pólen de fora) e as roxas ou lilases são as flores velhas, masculinas, liberando pólen. A característica das flores que mudam de cor deu origem ao nome da espécie: mutabilis, e a sua grande beleza originou o nome da espécie mais próxima: pulchra, bela em latim.

Esta característica também a faz muito ornamental, um verdadeiro espetáculo da natureza, sendo amplamente utilizada em paisagismo e também na arborização urbana, devido ao seu pequeno porte e baixa interferência em fios e calçadas.

Sua madeira tem baixa qualidade, sendo macia e muito apreciada por insetos comedores de madeira (xilófagos), notadamente cupins e larvas de besouros. Ainda assim, pode ser empregada para vigas e caibros para obras internas e esteios e moirões para lugares secos.
Suas sementes são minúsculas e podem ser levadas pelo vento, estando prontas para colheita entre fevereiro e março.

Sendo pioneira e colonizadora de áreas abertas, presta-se muito bem para a recuperação de áreas degradadas, crescendo rapidamente, protegendo o solo em poucos anos. Regenera-se abundantemente na natureza, o que faz com que seu corte não seja tão prejudicial como outras espécies de árvores mais raras e de baixa reprodução natural. Assim, as capoeirinhas ou capoeiras jovens, com predomínio de manacás, podem ser suprimidas com a devida autorização das autoridades florestais competentes. Mesmo assim, evite cortar estas belas árvores que enfeitam nossa região.

Dicas: A produção de mudas requer alguns cuidados mas não é tão difícil. A colheita dos frutos deve ser feita entre fevereiro e março, quando eles começarem a cair espontaneamente. Você deve separar cuidadosamente os frutinhos dos pedúnculos deixando-os em repouso em local seco e protegido do sol direto por alguns dias. Macere os frutinhos em água para liberação das sementes, que são menores que uma cabeça de alfinete. Em seguida filtre e deixe a massa de sementes e frutos secar ao sol. 

A semeadura deve ser feita em canteiros à pleno sol, com terra peneirada, cobrindo as sementes levemente com um pouco da terra peneirada. Molhe abundantemente mas com cuidado para não criar buracos no canteiro. 

A germinação ocorre em algumas semanas e as mudas devem ser replantadas para saquinhos individuais quando atingirem por volta de 5cm.
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Folhas e pétalas aveludadas, cores intensas e exuberantes: assim é a gloxínia, uma planta de grande valor ornamental, muito utilizada na decoração de interiores e de fácil cultivo.
Pertencente à família das Gesneriáceas, a gloxínia (Sinningia speciosa) é uma planta exótica que exibe em suas cores e formas toda a beleza e exuberância das matas tropicais. Intensamente colorida em tons avermelhados, rosados, alaranjados e arroxeados, a gloxínia ainda pode ser encontrada em variações que alternam a cor vinho ou púrpura, por exemplo, com as bordas das pétalas esbranquiçadas. Sua origem tropical pode ser notada no tamanho e características de flores e folhas: as flores, aveludadas e graúdas, podem atingir até 10 cm de diâmetro e a folhagem, igualmente de tamanho considerável, apresenta folhas ovaladas e também aveludadas.
Nativa do Brasil, é uma planta tuberosa, de fácil cultivo, que floresce praticamente o ano inteiro. Apesar disso, ela passa por um período de dormência, todos anos, quando parece ficar seca, sem produzir folhas ou flores. Durante esse período de descanso, recomenda-se diminuir as regas gradualmente, até que a planta seque por completo. Os tubérculos permanecerão em dormência pelo período de um a três meses, sendo que a terra deve ficar apenas levemente umedecida. Após esse tempo, pequenos brotos começam a surgir, dando sinais de que o descanso acabou e a planta está pronta para retomar o seu crescimento.
O processo de multiplicação das gloxínas é muito fácil: por meio da divisão de tubérculos ou estaquia de folhas é possível obter novos e saudáveis exemplares.
Para o cultivo bem-sucedido das gloxínias, recomenda-se solo poroso, podendo-se usar como base a seguinte mistura: 1 parte de terra, 2 partes de composto orgânico, 1 parte de areia grossa e 1 parte de farinha de ossos.
A gloxínia necessita de muita luminosidade para se desenvolver bem, mas não tolera a exposição direta aos fortes raios de sol. Locais próximos a janelas, onde possa receber luz e calor pela manhã e à tarde, são ideais para esta planta. Durante as regas, recomenda-se não molhar as pétalas, que mancham facilmente, ficando sujeitas ao ataque de doenças.
É preciso cuidado com o excesso de água: muita umidade contribui para a proliferação de fungos e insetos, que costumam se alojar nos brotos novos e na parte de baixo das folhas. No caso de ataques, recomenda-se lavar a parte afetada com água morna e sabão neutro e, depois, enxaguar. Folhas e pétalas murchas ou muito atacadas devem ser removidas.
Como uma planta tropical, a gloxínia prefere temperaturas entre 22 a 24 graus C e nível médio de umidade. Para não errar, pode-se usar um método simples para irrigação: encha o fundo de um recipiente grande e largo com cascalhos e coloque os vasos com as gloxínias sobre esta camada; em seguida ponha água no recipiente e deixe que a terra absorva a umidade necessária.

Gloxínia

Nome científico: Sinningia speciosa

Família: Gesneriáceas

Porte: Pode atingir até 30 cm

Floração: O ano todo, alternando períodos de dormência

Propagação: Estacas de folhas e divisão de tubérculos

Características: Planta perene, ideal para cultivo à meia-sombra, com muita luz e longe do sol forte. Resulta em belos efeitos mesmo plantada isoladamente.

Belíssima e concorrida em decorações e arranjos de flores, a Flor-de-Lis é símbolo tanto de poder e soberania, como de pureza de corpo e alma.

A Flor-de-Lis é uma planta bulbosa que produz flores brilhantes de tons avermelhados e folhas laminares que aparecem depois das flores. Deve receber regas espaçadas, sem permitir que seu solo permaneça seco, porém as regas devem ser intensificadas quando houver flores, pois nessa fase ela necessita de uma quantidade maior de água. Ela gosta de bastante luminosidade solar e solo arenoso, sendo ideal misturar uma parte de terra vegetal, outra de terra comum e duas de areia e umidade sem excesso, para não causar o apodrecimento dos bulbos e facilitar o desenvolvimento de fungos.

A história conta que a França já utilizava a Flor-de-Lis como emblema de suas armas em torno do ano 500, sendo que as mantas dos reis do período pré-Cruzadas, bandeiras e outras indumentárias de luxo já eram ornadas com a imagem dessas flores. Hoje a Flor-de-Lis está presente em diversos brasões de cidades e na própria bandeira da Francesa, onde figura, conforme alguns autores, desde 1125. Mas há outros autores que acreditam que o símbolo passou a ser utilizado no reinado de Louis VII, O Jovem, em 1147, de onde teria originado seu nome, inicialmente Flor-de-Luis.

Estudiosos afirmam ainda, que as flores descendem da egípcia Flor de Lótus, outros, acreditam descender da Íris e há, ainda, os que entendem sua origem no Lírio. Há versões de que seu desenho já estava estampado em antigas moedas assírias e mulçumanas. Outras histórias também são contadas, mas, apesar da confusão gerada pela semelhança entre essas três flores, ainda mais acentuadas nos desenhos, elas são flores de espécies diferentes, sendo que a Flor–de-Lis tem origem no México e na Guatemala, tendo sido introduzida na Europa através dos espanhóis.


Flores Flor de Lis : curiosidades

A Flor-de-Lis é o símbolo oficial do movimento escoteiro desde 1907, quando assim foi escolhida e determinada por Baden-Powell. Foi desenhada na cor amarelo-ouro ao centro de uma bandeira verde, tendo sido hasteada juntamente junto a uma bandeira inglesa no primeiro acampamento escoteiro, em Brownsea, uma ilha do sul da Inglaterra. Essas flores foram escolhidas porque eram anteriormente utilizadas nas cartas náuticas como indicação do norte na Rosa dos Ventos, ou seja, por representar o sentido de direção.

Dedicado a deusa Minerva, o Amor-Perfeito é o símbolo da glorificação do trabalho mas também está associado ao amor romântico, duradouro, amor para toda a vida.

De origem européia, também é conhecido como “viola tricolor”. Representa recordação, reflexão. Em francês, anuncia “le pansée”, o pensamento, o pedido de retorno, a força de atração que o pensamento exerce sobre as coisas o amor.

É a imagem do mensageiro sentimental nos cantinhos das correspondências breves ou em cestas que lindas meninas do campo carregavam serenamente.

Trata-se de uma herbácea que mede entre 15 e 30 centímetros de altura com flores garbosas arredondadas, que podem ter até 15 centímetros de diâmetro. São flores manchadinhas, o que lhes dá um aspecto de rosto humano, com grande variedade de colorido, combinando flores cor branc, flores cor rosa, flores cor amarelo, flores cor roxo e flores cor marrom, que se formam na primavera.

O Amor-Perfeito Gosta de terra bastante fértil, sempre úmida. Não deve ser exposto ao sol forte e obtém melhores resultados em regiões frias.

São flores que, por sua resistência e lindo colorido, são colocadas em entradas de muitas cidades e pequenas vilas. Dificilmente consegue-se evitar uma espiada quando se passa em lugares urbanos ornados com o colorido e a alegria dessas flores, que também se revela perfeita em jardins ornamentais ou para decoração de varandas.

Combina com outras diversas flores, como petúnias e begônias, por exemplo. Com a chegada do verão, estação na qual o Amor-Perfeito murcha, pelo excesso de calor, e seu aspecto é decomposto, sugere-se que o caule seja cortado em sua parte mais baixa, para que se possa apreciar novamente a exuberância de suas cores na próxima estação de florescimento.

Por serem três as cores mais comuns dessas flores, também é conhecida como “erva-da-trindade”, em homenagem a Santíssima Trindade.

É Indicada para pessoas desempregadas ou solitárias que buscam se restabelecer emocionalmente e financeiramente, essas flores estão ligadas ao signo de Touro, que prima pela preservação tudo o que é valioso.


Flores Amor Perfeito : curiosidades


Na Inglaterra, era costume entre as mulheres oferecer um pouco de terra dos amores-perfeitos aos seus maridos marinheiros, para que, no longínquo do oceano, eles não se esquecessem de suas famílias.
Verde em Folha


Originária da Ásia, a Glicinia é uma trepadeira que pode chegar a oito metros de comprimento. 

Ela produz belíssimas flores que podem medir até 45 centímetros. São geralmente na cor azul, embora também existam variedades com flores brancas ou flores rosadas.

A Glicinia possui um perfume agradável e floresce durante a primavera e o verão, quando se cobre de lindos cachos de flores, e com menos intensidade, no outono. Mas pode lavar vários anos para que isso aconteça. 

Os caules da Glicinia chegam a formar uma estrutura lenhosa de muito vigor, que geralmente demora cerca de três anos a ser consolidada, formando flores muito decorativas, normalmente cobrindo paredes, muros, arcos e outros.

Existem três espécies de Glicinia: uma delas, Wisteria sinensis, produz cachos de flores cujo tamanho pode chagar a 30 centímetros. As outras duas, Wisteria floribunda e Wisteria macrostachya, apresentam cachos de flores que atingem até 45 centímetros.

Costuma ser utilizada para cobrir muros e enfeitar jardins. Gostam também de se fixar em árvores e da exposição à luz solar. A Glicinia suporta climas frios e tem boa resistência às secas. Para que suas flores tenham boa saúde, são necessárias podas freqüentes no verão. A cada quinze ou vinte dias é o ideal. Já, no inverno, basta que seja podada uma única vez. Requer muito trabalho durante o verão, mas é assim que se obtém o melhor da Glicinia. Uma vez por ano, ao menos, deve-se acrescentar adubo orgânico, para que sua floração seja cada vez mais bonita.

Suas flores são bastante utilizadas em arranjos de flores, mas sua versatilidade permite que seja cultivada até mesmo como bonsai.

As Glicinias são flores ornamentais que representam mensagens doces quando utilizadas para presentear, sugerindo mensagens como “Você é uma doce pessoa”, “Tenho muito carinho por você” e “viver o nosso amor é uma delícia”.

Flores Glicinia : curiosidades

As Glicinias eram as flores preferidas da Arte Nova, no século XIX. Também os gregos e os romanos tinham o costume de sempre carregar Glicinias, pois acreditavam que ela preservava o amor conjugal. A Glicinia também é bastante apreciada pelas abelhas, o que a torna uma espécie de grande valor para a apicultura.
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